Santos e Palmeiras fazem a terceira final brasileira da Libertadores

Santos e Palmeiras fazem a terceira final brasileira da Libertadores.

SEM TORCIDA, LIBERTADORES 2020 SE TORNA ÉPICA PARA BRASILEIROS

Não é preciso falar muito o impacto do coronavírus no futebol sul-americano. A final, no Maracanã, também não terá plateia. Mesmo assim, não significa que terá menor prestígio.

A expectativa é que a final seja um jogaço. Não só por ser um clássico, mas pelos bons jogadores em campo.

De um lado, teremos Rony e Luiz Adriano. O primeiro se transformou na peça mais fundamental da equipe: dos 32 gols marcados pela equipe, 12 (cinco gols e sete assistências) tiveram participação dele. Para mim, é o grande nome da Libertadores. Já Luiz Adriano é um centroavante subvalorizado no futebol brasileiro.

Do outro, temos Soteldo e Marinho. A dupla de baixinhos é infernal. Marinho é o melhor jogador do futebol brasileiro. No Natal, ele foi elogiado pelo aposentado Zé Roberto pela dedicação aos treinos físicos. O resultado é fruto do trabalho. Soteldo, que quase foi embora, tem qualidade de gente grande, visto o golaço que marcou contra o Boca.

Fora de campo, os dois técnicos também são destaques. Cuca pode se tornar o quarto técnico brasileiro a conquistar dois títulos de Libertadores. Felipão (Grêmio em 1996 e Palmeiras em 99), Telê Santana (São Paulo em 1992 e 93) e Luís Alonso Pérez (Santos em 1962 e 63) são os únicos com duas taças continentais.

Enquanto isso, o técnico Abel Ferreira pode ser o segundo português e o terceiro europeu a se sagrar campeão na América do Sul. Jorge Jesus, ano passado pelo Flamengo, e o croata Mirko Jozić, vitorioso com o Colo-Colo em 1991, são os antecessores.

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Autor: Vinicius Cordeiro
Dominio fonte: paranaportal.uol.com.br
Data – 2021-01-13 21:15:33