“A carta de alforria” para sairmos da “prisão emocional” é sabermos o que está por trás do que sentimos!

Nossos sentimentos resultam de como escolhemos receber o que os outros dizem e fazem, bem como de nossas necessidades e expectativas específicas naquele momento.

Você já ouviu a frase “amar se aprende amando”?

Amar é um aprendizado – assim começamos a vida. Os pais aprendem a amar os filhos e a cada dia esse amor vai tomando uma proporção maior. Assim é na vida: aprendemos a amar o(a) parceiro(a), amigos, afilhados, família, trabalho, algumas atividades, lazer… Esse aprendizado envolve vínculo, envolvimento, troca e desejo de evoluir.

O amor está aqui para ser vivido, sentido e, principalmente, ressignificado.

Ressignificar realmente é dar um novo significado a alguma experiência. Na raiz, essa palavra significa: “retirar AFETO de alguma coisa”. Vamos entender o que isso quer dizer.

O significado desse verbo é maravilhoso: ao ressignificar uma experiência, você está retirando o afeto que ela tem sobre você, ou seja, ela não lhe afeta mais, não retira suas melhores energias, ela não lhe angustia mais, nem lhe deixa nervoso, com raiva, com medo etc.

O nosso pensar (passado), o nosso sentir (presente) e o nosso querer (futuro) é um contínuo e se não cuidarmos de alguma das partes da equação jamais teremos a vida plenamente feliz que tanto ambicionamos.

Cuidar do seus pensamentos, deixando o passado no lugar dele, vivendo no aqui-agora, alimentando os sentimentos positivos e construindo o futuro passo-a-passo, controlando a ansiedade, deixando de se pré-ocupar com o que talvez nem venha a ocorrer é sim uma possível fórmula de sucesso!

Falar de amor e ter boas intenções não basta. Você precisa ter clareza do que pensa e sente, para, à medida que se sentir confortável, expor-se. Fique atento para não ocultar de si mesmo suas verdades, a fim de acreditar nas mentiras que você cria a respeito de si.  E lembre-se: no amor valem todos os tipos de comunicações – verbal ou não verbal. Amar o próximo não é fácil mas é uma esforço que vale a pena na construção da paz interior e exterior.

 

“LIFE GODS”- O EXEMPLO QUE VEM DA ARTE

 

77 nomes de Divindades das mais variadas tradições espirituais do planeta foram listados na edição de dezembro de 1990 da extinta revista LIFE, na matéria principal daquele número: “Who’s God?” (Quem é Deus?).

Essa matéria gerou o Projeto de gravação de um audiovisual, iniciado em janeiro de 1991 em um estúdio alemão, com a formatação do poema ritmado “GODS”.

Uma colagem dos 77 nomes de Deus e Entidades Divinas, listados na LIFE, nos respectivos idiomas e dialetos da tradição cultural de cada um deles.

Daí nasceu a canção: “LIFE GODS”, com os 77 nomes organizados metricamente sobre a música feita por Arnaldo Brandão, com instruções de Mônica Millet.

Esta canção é, pois, uma invocação plural do AMOR. Uma verdadeira oração ecumênica, pacifista, inclusiva, livre de preconceitos e intolerâncias.

Clique aqui para conhecer a canção

Assim, qualquer que seja sua crença (e até mesmo a ausência dela), compartilho uma ideia que é universal: o AMOR.

Essa é a maior força que temos e, no momento, a que mais precisamos. Que possamos colocá-la em prática em nosso dia a dia começando por nós mesmos, depois com aqueles que nos cercam e, assim expandi-la orgânica e sustentavelmente para todo o planeta.

Quando nos amamos e amamos o outro, a vida fica muito mais incrível, pois sentimos a nossa conexão e senso de pertencimento.

Tem alguma coisa melhor que compartilhar amor, carinho, gentileza, admiração?

Amar se constrói amando.

Uma gota de otimismo por dia por que tudo isso vai passar!

 

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